Mostrar mensagens com a etiqueta 1º Ciclo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1º Ciclo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Semeámos Trigo



Os alunos do 1º ciclo de Mora e os meninos do Jardim de Infância de Mora lançaram sementes à terra, semeando trigo na horta da escola.








E tudo isto a propósito das comemorações do centenário do nascimento do escritor Fernando Namora homenageando a obra o Trigo e o Joio.

Prof. Ana Amaral

quarta-feira, 7 de março de 2018

Semana da Leitura, Teatro de Marionetas




Ontem, dia 6 de março os meninos dos jardins de infância e os alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Mora e também os meninos do Centro Infantil da Santa Casa da Misericórdia de Mora assistiram ao espetáculo "Mistério da Pedra Encantada" que decorreu na Casa da Cultura de Mora realizada pela companhia Era uma vez, Teatro de Marionetas.

Prof. Ana Amaral

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Dia Mundial do Braille

A exemplo do que já foi feito no Ano Letivo transacto, também este ano, no âmbito das actividades da equipa da Biblioteca Escolar, fui convidado a dinamizar uma pequena acção sobre o Dia Mundial do Braille e a importância  deste modelo de escrita alternativa para milhões de pessoas em todo o mundo.

A data, que se comemora a 4 de Janeiro, assinala o dia do nascimento do criador do sistema, o francês Louis Braille (1809-1852), que emprestou o seu nome a um modelo de escrita que desde então passou a permitir às pessoas com deficiência visual, em todo o mundo, o acesso à cultura e à instrução.

A actividade decorreu no edifício do 1º CEB de Mora, no dia 24 de Janeiro de 2017 e envolveu os 21 alunos do 3º Ano de Escolaridade. Depois de lhes ter feito uma pequena resenha biográfica de Louis Braille e de lhes ter descrito as etapas que conduziram à criação e aperfeiçoamento do seu sistema, distribuí a cada um dos alunos um alfabeto básico em braille que eles foram convidados a legendar com um lápis ou uma caneta. Seguidamente, distribuí por todos eles pequenas frases em braille, convidando-os a que, recorrendo ao alfabeto já legendado, as tentassem descodificar.

Todos realizaram, com entusiasmo e com maior ou menor rapidez, as tarefas pedidas, tendo ficado a perceber que o braille é um código de escrita como outro qualquer e que, por conseguinte, pode ser aprendido por quem o desejar, desde que haja interesse e empenho.
Satisfazendo a curiosidade natural do auditório, mostrei-lhes um exemplo de equipamento manual de produção da escrita braille, tendo feito uma pequena demonstração do seu funcionamento.
A sessão terminou com perguntas dos alunos, algumas delas verdadeiramente interessantes, sobre o dia-a-dia das pessoas com deficiência visual, envolvendo questões sobre dificuldades sentidas e a maneira de as superar.


Prof. Joaquim Lagartixa

terça-feira, 8 de março de 2016

O álbum de fotografias

  

 Num dia de chuva estava eu com a Mariana no meu quarto quando de repente alguma coisa caiu. Tinha caído um álbum de fotografias; decidimos folheá-lo!

   Chegamos a uma página em que estava uma menina que não conhecíamos, quando viramos a folha ouvimos: “Por favor, fala um bocadinho comigo.”
   Nós não queríamos acreditar que uma fotografia estava a falar   connosco!
   - Que mundo tão triste o teu! – exclamou a menina, desiludida – Há nuvens escuras no céu e delas caem gotas de água e granizo, fazem trovões e relâmpagos ficando o céu escuro como a noite. O meu mundo é muito mais alegre… não há chuva, não há escuridão, há risos de crianças por todo o lado, há amor e fantasia; há calor; quando é Natal todas as casas têm luzes e bonecos de neve. No meu mundo não há poluição, o chão é feito de algodão doce, as árvores são de gomas, as nuvens de chocolate e há uma enorme cascata com as cores do arco-íris. Aqui ninguém come sopa, logo também não existem brócolos. Aliás…o que é isso da sopa???  A tristeza aqui não tem lugar, há amizade espalhada por todo o lado, todas as pessoas vivem felizes, rodeadas de animais fofinhos e mágicos.
     Nós pensamos durante alguns minutos e depois perguntamos curiosos:
     - Será que nos podes mostrar o teu mundo?
     De imediato a menina respondeu entusiasmada e calma:
     - Claro, só têm de me dar a mão!
    

Quando entramos no mundo dela eu quase desmaiei; era tudo verde, a minha cor favorita! Mas o que mais me deslumbrou foi um grande e maravilhoso arco-íris: um vermelho que me fez lembrar as papoilas do prado, um alaranjado que parecia um por do sol num dia de primavera, o amarelo era o sol a sorrir e o verde as folhas a nascer, o azul que me fez lembrar o céu num dia de verão, o anil parecia a imensidão do espaço e, finalmente, o violeta era as flores que dançavam à volta do mundo.
     A Mariana ficou deslumbrada quando descobriu que não havia brócolos!
     Tudo naquele mundo era fantástico, o chão era feito de algodão, o céu era feito de chocolate, árvores com gomas, …
     Mas o melhor era que os animais eram feitos de origami!
     Passado algum tempo começamos a sentir falta da chuva, pois naquele mundo não chovia; a falta dos barulhentos trovões e dos relâmpagos a rasgar as nuvens; a falta dos amigos e das suas brincadeiras e até da “saborosa” sopa de brócolos.
     

     Dissemos à menina que tínhamos de ir embora mas prometemos que todos os dias iríamos falar com ela! 



Maria Azevedo  e turma do 4º ano da Escola Básica de Mora.
28/01/2016

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Exposição de Origami no 1º ciclo


Os alunos do 4º ano da escola de Mora expõem alguns dos seus Origamis no átrio da escola.


Obrigado ao Diogo, Telmo, Mariana, Inês, Raquel e Leonor

Prof. Ana Amaral

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O Dia Mundial do Livro em Cabeção



Dia 24 de Abril festejou-se o Dia Mundial do Livro na Escola Básica de Cabeção. Ao longo do dia foram apresentados e explorados alguns livros, lidas várias poesias e feitas muitas descobertas.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Visita de estudo do 3º e 4º anos


Ontem, dia 25 de fevereiro, as turmas do terceiro e quarto anos da Escola Básica de Mora realizaram uma visita de estudo ao Mosteiro dos Jerónimos e assistiram a uma sessão de divulgação no Planetário Calouste Gulbenkian.



Foi um dia repleto de novas experiências.

Ver trabalhos dos alunos
Prof. Ana Amaral





quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Anuro em Cabeção e Pavia, histórias por contar….


Ontem foi dia de viagem por escolas do Concelho, começámos em Cabeção, com uma sala cheia de meninos e meninas, simpáticos e interessados, com uma menina, a Mariana, a descobrir que o Anuro guarda a horta “ lá de cima, à luz da lua”. Soubemos também que, em Cabeção, todos os meninos têm hortas e sapos, um deles terá mesmo vinte, ou mais, do que eu não duvido, tendo em conta a convicção e a seriedade com que, pelo próprio, me foi feita tal afirmação.

 Em Pavia, o mesmo ambiente, o mesmo entusiasmo, a mesma alegria na descoberta do interessante mundo dos peixes-sapos… A diferença esteve em mim, regressar, como autor, à sala onde há quatro décadas atrás, no século passado, um dia pensei, desejei, ser isso mesmo, depois de a minha professora nos ter apresentado o livro “O trigo e o joio”, e nos ter falado do Fernando Namora e do Manuel Ribeiro de Pavia. Foi realmente uma viagem no tempo, feita de doce nostalgia, de desejo de partilha de coisas que morrerão com as nossas memórias, como as intermináveis batalhas navais da poça do “Curral-concelho”, disputadas com barcos de folha de piteira. Pavia foi também o saber de muitas outras histórias, grandes, verdadeiras, cheias de tudo o que a vida é, que me encheram o peito e me despertaram o desejo de querer escrever, para melhor perceber, hoje, o pequeno grande mundo do lugar onde nasci, que sinto como meu, uma espécie de segunda pele ou raiz, um mundo que, fiquei certo, poderia fielmente contar através das histórias dos meninos e meninas da minha escola de sempre: uma menina que confessa que o pai tem uma namorada jovem e muito bonita mas que gosta muito mais da mãe, embora também goste da namorada do pai, um menino de olhos luminosos e iluminados que fala dos muitos irmãos que tem, numa família alargada, um neto de um velho amigo que nos serve simpatia num chá de Tília e de quem se diz que dá os abraços mais ternurentos do mundo. Espero um dia poder contar todas as outras histórias que ficam por contar nesta história…
  



 Trabalhos do Jardim de Infância de Pavia

À professora Ana Maria, à Rita, minha companheira desta aventura literária, a todos os professores e alunos que participaram nas apresentações, o meu obrigado pela oportunidade de termos tido o prazer de partilhar todas estas histórias… 

António Carlos
14 de Janeiro 2015

terça-feira, 6 de maio de 2014

O Elefante Cor de Rosa

Ilustração do "O Elefante Cor de Rosa" de Luísa Dacosta
Trabalhos realizados pelos alunos do 2º ano, Mora

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Elefante Cor de Rosa

Ilustração do "O Elefante Cor de Rosa" de Luísa Dacosta
Trabalhos realizados pelos alunos do 2º ano, Mora


terça-feira, 29 de abril de 2014

O Elefante Cor de Rosa

Ilustração do "O Elefante Cor de Rosa" de Luísa Dacosta
Trabalhos realizados pelos alunos do 2º ano, Mora

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O Elefante Cor de Rosa

Ilustração do "O Elefante Cor de Rosa" de Luísa Dacosta
Trabalhos realizados pelos alunos do 2º ano, Mora