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sábado, 6 de abril de 2013

PIEF - Atividade O Aluno do Mês



                                                                                   

Atividade O Aluno do Mês


PIEF de Mora


          
De acordo com o disposto na alínea h) do artigo 7.º da Lei n.º 51/2012 de 5 de setembro o aluno tem direito a usufruir de prémios ou apoios e meios complementares que reconheçam e distingam o mérito.
Considera-se estratégia positiva, identificar os jovens que revelem atitudes exemplares de superação das suas dificuldades; demonstrem competências ao nível da assiduidade, pontualidade e responsabilidade; alcancem bons resultados escolares; realizem atividades curriculares ou de complemento curricular de relevância; desenvolvam iniciativas ou ações de reconhecida relevância social.
A Turma PIEF trabalha desde Janeiro de 2013 com base numa Pirâmide de Necessidades que identifica 17 competências por ordem de importância.
 
 


A partir deste sistema são reconhecidos, de forma louvável, tarefas e comportamentos, para os quais são atribuídos pontos.
A recompensa pode ser em coisas materiais (necessidades identificadas), em apreciação do desempenho quali ou quantitativamente ou em participações especiais em atividades definidas para o efeito.
Pretende-se com esta atividade trabalhar a Recompensa como Estratégia Motivacional;
 
Premiar o esforço versus premiar a inteligência/capacidade cognitiva; Premiar versus subornar.
 
Pretende-se ainda que todos os jovens da turma contribuam para o desenvolvimento do seu Plano Sócio Educativo e Formativo, nomeadamente das competências que lhes foram diagnosticadas como necessárias para a obtenção e certificação do 9º ano de escolaridade.
Assim, todos os meses é possível identificar o aluno que mais pontos obteve por trabalhar para mais competências – o Aluno do Mês
 
E os alunos até ao momento identificados são:

 
                   

Vamos aguardar as próximas contagens!
Votos de Boa Páscoa.

A Formação Vocacional foi para a Rua...



 
 
 
 
 

A Formação Vocacional foi para a Rua…

 

No 2º Período a Turma PIEF desenvolveu na área de Formação Vocacional um conjunto de atividades que contribuíram para a formação dos alunos.

Em 1º lugar começámos por realizar pesquisas sobre percursos formativos. A partir destas pesquisas construímos apresentações eletrónicas que apresentámos oralmente aos colegas e professores.

Em 2º lugar iniciámos o Projeto “Horta Biológica do PIEF”, a partir do qual fizemos uma banda desenhada que publicamos no nosso blog (piefmora.blogspot.pt). Dentro deste tema respondemos a 3 desafios no âmbito do Projeto Re-Planta que tem como objetivo aumentar a prática da compostagem doméstica e comunitária, associada à criação de hortas e jardins em modo biológico.

Em 3º lugar fomos visitar locais e entidades do concelho de Mora onde realizámos entrevistas a diversos profissionais. A análise destas entrevistas foi também apresentada oralmente aos colegas e a partir dela serão elaborados relatórios.

Em 4º lugar tivemos a visita de 2 elementos do CEVALOR que nos vieram apresentar dois concursos e a possibilidade de visitar a sede da empresa de pedra natural em Borba.

Em 5º lugar participámos no Projeto Ser Cidadão promovido pela Rede Europeia Anti-Pobreza – Núcleo de Évora. No âmbito deste projeto assistimos a duas sessões bastante interessantes: a primeira sobre Cidadania e a segunda sobre Participação.

Por último inscrevemo-nos em dois concursos promovidos por outras Turmas PIEF do distrito de Évora: “A Hora da Magia” e “A Arca da Minha Terra”, atividades que iremos terminar no 3º período.

E ainda dizem que não se trabalha no PIEF!

 

A Turma PIEF de Mora

domingo, 20 de junho de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 9

A personalidade que hoje apresentamos teve uma relação um tanto estranha e contraditória com a República.
Como se lê adiante, trata-se de uma das vozes mais críticas da sociedade portuguesa dos finais do século XIX e princípios do XX. Um tanto contraditório nas suas posições, nem a República o cativou, passando a integrar o “integralismo lusitano”, movimento do qual nasceriam as forças que levaram posteriormente à implantação do Estado Novo.



Ramalho Ortigão

O seu nome completo é: José Duarte Ramalho Ortigão.
Nasceu: no Porto, na freguesia de Santo Ildefonso, na casa de Germalde.
Teve 9 irmãos, dos quais o mais velho era ele.
Os seus pais foram Joaquim da Costa Ramalho Ortigão e D. Antónia Alves Duarte Silva Ramalho Ortigão.
Viveu a sua infância numa quinta, no Porto com a sua avó materna. A sua educação ficou a cargo do seu tio-avô e padrinho Frei José Sacramento.
Frequentou um curso de Direito, em Coimbra, acabando depois por trabalhar como professor de Francês, no colégio da Lapa, no Porto, do qual o seu pai era director, e onde ensinaram, entre outros, Eça de Queirós e Ricardo Jorge.
Casou-se a 24 de Outubro de 1859, com D. Emília Isaura Vilaça de Araújo Vieira, de quem teve 3 filhos, Vasco, Berta e Maria Feliciana.
Reencontrou em Lisboa o seu ex-aluno Eça de Queirós e com ele escreveu um "romance execrável" (a qualificação é dos próprios autores):“O mistério da estrada de Sintra”. No mesmo ano, Ramalho Ortigão publica ainda “Histórias cor-de-rosa” e inicia a publicação do “Correio de Hoje”.
Entretanto, Ramalho Ortigão torna-se uma das principais figuras da chamada Geração de 70.
Com a implantação da República, em 1910, pede imediatamente a Teófilo Braga a demissão do cargo de bibliotecário da Real Biblioteca da Ajuda, escrevendo-lhe que se recusava a aderir à República, indo em seguida para Paris onde começa a escrever as “Últimas Farpas”, contra o regime republicano.
Regressa a Portugal em 1912 e, em 1914 dirige a célebre Carta de um velho a um novo, a João do Amaral, onde saúda o lançamento do movimento de ideias políticas denominado Integralismo Lusitano.

Informação recolhida por:
Ana Coelho e Íris Ventura
Alunas do 6º A De História e Geografia de Portugal

terça-feira, 11 de maio de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 8

Dando continuidade à nossa série, a figura republicana de que nos cabe falar é, agora, a de Sidónio Pais. O seu fim trágico (foi assassinado em Lisboa) e o regime ditatorial que dirigiu durante algum tempo, converteram-no certamente na personalidade mais polémica do republicanismo português, sobre o qual se têm escrito muitas páginas e se continuarão a escrever mais ainda. O seu estilo muito pessoal de aparecer em público e a sua forma de se dirigir às multidões converteram-no em predecessor das estratégias utilizadas por algumas das grandes figuras políticas do século XX.




Sidónio Pais

Sidónio Pais não colaborou, não fez parte do movimento conspirativo que conduziu à implantação da República, nem fazia ainda parte da Maçonaria. O seu irmão Alberto Pais, pelo contrário, esteve presente no 5 de Outubro, do lado da insurreição republicana.

Logo depois do 5 de Outubro, no entanto, Sidónio afirmou-se republicano. A sua oração de Sapiência fora, também, uma importante tomada de posição política. Num discurso proferido em Coimbra pouco depois da implantação da República, o lente da universidade manifestou um forte apreço pela nova conjuntura política. Bem ao estilo da oratória da época, afirmou:

«Sente-se o sopro vivificador, a rajada impetuosa da revolução, esse tremor de terra que faz ruir os tronos e leva os reis ao cadafalso, esse vulcão de cuja cratera se precipita a lava candente da justiça dos povos, corrente caudalosa que nos conduz vertiginosamente no caminho do progresso, avalanche que na sua formidável queda sepulta para sempre toda a espécie de tirania.»
(« Discursos proferidos em Coimbra logo após o 5 de Outubro», in Malheiro da Silva, Sidónio e Sidonismo. História e Mito.

Após o 5 de Outubro, Sidónio Pais faz uma inequívoca e pública afirmação do seu republicanismo. Em breve, abandonaria Coimbra iniciando um novo ciclo na sua vida, oportunidade aberta exactamente pela mudança política, pela alteração do regime. Esta conjuntura possibilitou o acesso ao poder de uma nova classe política composta por muitos republicanos, mas também pelos denominados «adesivos», aqueles que, depois da implantação do novo regime se tornaram republicanos, que aderiram ao regime depois do 5 de Outubro.

Débora Moita
Diana Coelho
Lúcia Gavião
Inês Pereira
Maria Coelho

Alunas do 6º B

História e Geografia de Portugal

Centenário da implantação da República em Portugal - 7

Como é sabido, a marinha desempenhou um papel fundamental nos acontecimentos do 5 de Outubro de 1910.
A personagem de que a seguir se fala foi um dos marinheiros mais determinados no apoio à República, mas também um dos mais controversos.
Eis algumas notas biográficas:





António Maria de Azevedo Machado dos Santos

 – 1875: nasce em Lisboa a 10 de Janeiro.
 – 1891: alista-se na Marinha em 29 de Outubro.
 – 1892: chega a aspirante de 2.ª classe ou 2.º comissário.
 – 1895: ascende à categoria de comissário naval de 3.ª classe ou 3.º comissário.
 – 1908: em Junho é iniciado na Carbonária; participa na revolta do 28 de Janeiro.
 – 1910: tem o posto de 2.º tenente ou comissário de 2.ª classe, na altura da Revolução de 5 de Outubro de que é um dos  protagonistas; a 12 de Novembro funda o jornal “O Intransigente”
 – 1911: é eleito deputado para a Assembleia Constituinte; galardoado com o posto de capitão-de-mar-e-guerra.
 – 1913: envolve-se na tentativa revolucionária de 27 de Abril.
–    1914: intervém nos distúrbios em Lisboa na noite de 26 de Janeiro.
–    1915: ditadura de Pimenta de Castro; é preso e deportado para os Açores.
–    – 1916: a 13 de Dezembro chefia a revolta de Tomar; novamente preso vai para a prisão do Fontelo em Viseu.
 – 1917: ministro do Interior no primeiro governo de Sidónio Pais.
 – 1918: secretário de Estado das Subsistências e Transportes no segundo governo sidonista até 11 de Maio; em ruptura com Sidónio Pais propõe no Senado uma amnistia. – 1919: organiza um grupo de combatentes que se bate contra os revoltosos monárquicos acampados na serra de Monsanto; salva a República, recolhe à vida privada e retira-se da actividade política.
 – 1921: morre, assassinado, em Lisboa na noite de 19 de Outubro.

Recolha de:

João Canelas, 6º ano, turma A

História e Geografia de Portugal

terça-feira, 20 de abril de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 6

Continuando a dar cumprimento à promessa de trazer para este espaço algumas palavras sobre figuras importantes da República, é agora a vez de falarmos acerca de uma das figuras mais representativas da instabilidade governativa que caracterizou aquele período da nossa História – Bernardino Machado.
 


Bernardino Machado

Bernardino Luís Machado Guimarães nasceu no Rio de Janeiro a 28 de Março de 1851 e faleceu em Famalicão a 28 de Abril de 1944.

Foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa.

Estudou Filosofia e Matemática na Universidade de Coimbra. Teve um importante percurso como dirigente da maçonaria.

Foi presidente da República Portuguesa por duas vezes. Primeiro, de 6 de Agosto de 1915 até 5 de Dezembro de 1917, quando Sidónio Pais, à frente de uma junta militar, dissolve o Congresso e o destitui, obrigando a abandonar o país.

Mais tarde, em 1925, volta à presidência da República para, um ano depois, voltar a ser destituído pela revolução militar de 28 de Maio de 1926, que instituíra a Ditadura Militar, abrindo caminho à instauração do Estado Novo.

Recolha de:
Ana Monteiro
Joana Fernandes
Pedro Pinto
Sofia Mesquita
Alunos do 6º ano, turma B

História e Geografia de Portugal

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 5

Dando continuidade à nossa série sobre personalidades republicanas importantes, trazemos agora algumas palavras sobre aquele que foi uma das figuras mais fervorosas do republicanismo português, cujo fim trágico marcou de certa forma a Revolução do 5 de Outubro, como se verá adiante.


Carlos Cândido dos Reis

  Nasceu em Lisboa em 16 de Janeiro de 1852 e aos dezassete anos entrou na Armada, atingindo o posto de vice-almirante. Desenvolveu intensa actividade conspirativa contra o regime monárquico, acreditando que este só seria derrubado através de uma revolução. Desse modo, envolveu-se, primeiro, na preparação da falhada revolta de Janeiro de 1908 e depois nos planos da revolução de Outubro de 1910.

  Pertencia à Carbonária e horas antes de ser dado início ao movimento revolucionário, apesar de parte dos conspiradores defender o seu adiamento com receio do seu malogro, bateu-se energicamente pela execução do plano tal como este havia sido delineado sem alterações ou adiamentos, tendo conseguido fazer vingar a sua opinião.

  A revolta eclodiu às primeiras horas do dia 4 de Outubro de 1910, mas como inicialmente não contou com a adesão esperada, Cândido dos Reis, desanimado, julgando que ela tinha fracassado preferiu suicidar-
-se a ter que encarar a derrota, o que se veio a revelar uma precipitação, pois apesar de um titubeante arranque a revolução acabou por triunfar e conduzir à implantação da República.

Informação recolhida por
João Canelas – 6º A
História e Geografia de Portugal

terça-feira, 23 de março de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 4

Publicamos agora algumas palavras sobre um dos republicanos mais influentes, um daqueles que teve na origem do Partido Republicano Português e que se distinguiu também como grande figura de intelectual dos finais do século XIX princípios do XX, ficando a sua obra assinalada pela investigação na área da literatura e da cultura popular.

Teófilo Braga



Joaquim Fernandes Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada a 24 de Fevereiro de 1843 e morreu a 28 de Janeiro de 1924. Os seus pais chamaram-se Joaquim Manuel Fernandes Braga e D. Maria José. Foi doutor em direito pela Universidade de Coimbra, lente de literatura no curso superior de letras, sócio efectivo da Academia Real de Ciências, em Lisboa e na Academia Real de História, em Madrid.
Fez os primeiros estudos no liceu de Ponta Delgada, depois veio para o continente, em 1861. Foi para Coimbra, onde na Universidade fez o curso de Direito, que completou em 1867, recebendo o grau de doutor.
Teófilo Braga publicou a sua primeira obra aos quinze anos, em Ponta Delgada, publicou um livro de versos, chamado “Folhas Verdes”. Em Coimbra destacou-se com a publicação “Visão dos tempos”.
Participou na política portuguesa desde 1878 e foi deputado pelos republicanos federalistas. No dia 1 de Janeiro de 1910 tornou-se membro efectivo do directório político, em conjunto com Basílio Teles, Eusébio Leão, José Ribeiro e José Relvas.
Dia 28 de Agosto de 1910 torna-se presidente do governo provisório.
  
Alexandre
António 
Mariana
Margarida

Alunos de História e Geografia do 6º ano, turma A

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia - 2

Um livro

Um livro é um espelho que me leva a viajar,
Que me dá asas para voar.

É uma porta aberta para a aventura
É a magia contada em páginas de fantasia
Uma aventura misteriosa,
Um mundo de fantasia cheio de alegria.

Um livro é a explicação do mundo,
É um museu de conhecimento,
Conhecimento para partilhar
Páginas e páginas para explorar.

Um livro é um amigo que me leva ao fim do mundo
É um irmão, alguém para confiar
É uma pomba a voar
É uma flor com pétalas para mudar.

Num livro eu respiro
Onde há livros, há amor
Livro que é livro, é sempre um livro!

Dia mundial da poesia – 19 de Março 2010

Poema colectivo realizado pelo 6ºB para a disciplinas de Língua Portuguesa

Dia Mundial da Poesia

No âmbito do Dia Mundial da Poesia, que se comemora a 21 de Março, vamos dar dar a conhecer pequenos poetas da nossa escola:

ESTAÇÕES DO ANO
Chegou a Primavera
Tocou às campainhas
Começa a estar calor
E chegam as andorinhas.

Chegou o Verão
Tocou às campainhas
Eu não sou vilão
E embora foram as andorinhas.

Chegou o Outono
Tocou às campainhas
Chegou a chuva e o frio
E às gargalhadas eu rio.

Chegou o Inverno
Tocou às campainhas
Será que vai nevar
Já acabei de rimar.

António Oliveira, nº4
Miguel Salgueiro, nº18
6ºA

As Quatro Estações do Ano
Primavera
O sol brilha na minha janela
Os pássaros cantam com alegria
Finalmente chegou a Primavera
E com ela o melhor dia
Verão
O verão é uma brasa
Na praia arrasa
De frente para o mar
Ficamos a cantarolar

Outono
O tempo vai passando
O Inverno vai chegando
As folhas vão caindo
E as estrelas brilhando

Inverno
Dias pequenos e cinzentos
Demoram uma eternidade a passar
Eu anseio pelo sol
Que demora a chegar

Cristiana,nº 8
José Miguel,nº 13
Miguel Moita, nº 17
6º A


As Estações do Ano

Primavera
Na primavera gosto de ver os pássaros a cantar
Gosto do perfume do ar
Vamos acampar para Sentir
Cheirar e ver florir.

Verão
Eu gosto do verão
Para ir à praia
e andar de calção e
mini-saia

Inverno
No inverno só há frio
Não se ouve nem um pio
Dos pássaros a cantar
Mas temos a neve para nos alegrar

Outono
É quase Outono
Tempo da tristeza ser mais triste
Mas não é o Outono que me entristece
Quando partires,
É a tua partida que faz do tempo
Tempo de Outono.

Íris Ventura, nº11
Mélanie Caeiro, nº16
6ºA

A Páscoa

A Páscoa é uma maravilha
E sentimo-nos bem
Pois estamos com os nossos amigos
E com a nossa família também

Nesta quadra festiva
Amêndoas vamos comprar
Juntamos a família e os amigos
Para as podermos partilhar;

No Domingo de Páscoa
Um piquenique vamos fazer
Com os amigos e família
E vai ser giro a valer;

No Domingo de Páscoa
o borrego vamos comer
para sermos valentes
e podermos crescer.

Trabalho realizado por:
Ana Coelho; Duarte Pereira; Margarida Pinto;
Mariana Aniceto
6º A

terça-feira, 16 de março de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 3

A figura republicana desta semana é António José de Almeida, um dos republicanos que mais se destacou, quer no período anterior à revolução do 5 de Outubro, quer nas incidências e peripécias políticas do período republicano.



António José de Almeida

Nasceu em Vale da Vinha, concelho de Penacova, Coimbra, a 18 de Julho de 1866 e faleceu a 31 de Outubro de 1929. Casou com D. Maria Joana Queiroga de Almeida, de quem teve uma filha (Maria Teresa).

António José de Almeida foi o sexto presidente da República e um dos mais populares dirigentes do Partido Republicano, desde muito novo manifestou ideias republicanas.
Era ainda aluno de Medicina, em Coimbra quando publicou no Jornal Académico O Ultimatum, um artigo que ficou famoso: «Bragança», o último que foi considerado insultuoso para o rei D. Carlos, mas defendido por Manuel de Arriaga, que acabou por ser condenado a três meses de prisão.

Depois de terminar o curso foi para Angola e depois foi para São Tomé e Príncipe, onde se dedicou a medicina até 1903. Nesse ano foi para França onde estagiou em várias clínicas. De regresso a Lisboa no ano seguinte montou dois consultórios, o primeiro na Rua do Ouro e o segundo no Largo de Camões, entrando então na política activa.

Foi candidato do Partido Republicano em 1905 e 1906, foi eleito nas segundas eleições realizadas neste ano, em Agosto. Em 1906 na Câmara dos Deputados, pede aos soldados, chamados a expulsar os deputados republicanos do Parlamento, a proclamação da república. No ano seguinte adere à Maçonaria, isto é, uma sociedade secreta de arquitectos e pedreiros livres.

Os seus discursos inflamados fizeram dele um orador muito popular nos comícios republicanos. Foi preso por ter tentado provocar uma revolução, em Janeiro de 1908. Posto em liberdade continou a sua acção demolidora pela palavra e pela pena, sobretudo enquanto director do jornal “Alma Nacional”.

Foi Ministro do Interior do Governo Provisório, depois de ser várias vezes ministro e deputado, fundou em Fevereiro de 1912, o Partido Evolucionista, que dirigiu. Em Janeiro de 1911 criou o Partido Republicano moderado organizado em torno do diário da República, e que também dirigia, opondo-se ao Partido Democrático de Afonso Costa, com o qual se aliou no governo da União Sagrada, em Março de 1916, ministério de que foi Presidente.

A 6 de Agosto de 1919 foi eleito Presidente da República e permaneceu no cargo até 5 de Outubro de 1923, sendo único presidente até 1926 a ocupar o cargo até ao fim do mandato. Nestas funções foi ao Brasil em visita oficial, para participar no centenário da independência da antiga colónia portuguesa.
Durante o seu mandato deu-se o levantamento radical que desembocou na Noite Sangrenta de 19 de Outubro de 1921, em que foram assassinados, por opositores republicanos, o chefe do governo da altura, António Granjo, assim como Machado Santos e Carlos Maia. Nomeou 16 governos durante o seu mandato.

Os seus amigos e admiradores levantaram-lhe uma estátua em Lisboa , de autoria do escultor Leopoldo de Almeida e do arquitecto Pardal Monteiro, e coligiram os seus principais artigos e discursos em três volumes, intitulados: «Quarenta anos de vida literária e política», obra publicada em 1934.


Pesquisa realizada para a disciplina de História e Geografia de Portugal, pelas alunos do 6º A:
Ana Coelho e Íris Ventura

terça-feira, 9 de março de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 2

Depois de termos publicado algumas pequenas notas sobre Manuel de Arriaga, o primeiro presidente da República eleito em Portugal, é agora a vez de José Relvas que ficou conhecido por ter proclamado oficialmente a implantação da República, quando já não restavam dúvidas sobre a vitória do movimento do 5 de Outubro




José Relvas


José Relvas - filho de Carlos Relvas, abastado lavrador e proprietário, e de sua mulher, D. Margarida Amália de Azevedo Relvas.

Inscreveu-se na universidade de Coimbra, na faculdade de direito onde só frequentou até ao segundo ano, abadonando-o para seguir o curso superior de letras, o qual concluio em 1880.

Proclamou, a 5 de Outubro de 1910, a instauração da República Portuguesa da varanda da Câmara Municipal de Lisboa, tendo sido ministro das finanças do respectivo Governo Provisório de 12 de Outubro de 1910 até à auto-dissolução deste, a 4 de Setembro de 1911, tendo depois exercido o cargo de embaixador de Portugal em Espanha até 1914. Esteve em seguida bastantes anos afastado da actividade política, até ser nomeado primeiro ministro, a 27 de Janeiro de 1919, tendo exercido aquele cargo até 30 de Março do mesmo ano.

Morreu a 31 de Outubro de 1929.


Pesquisa realizada para a disciplina de História e Geografia de Portugal, pelos Alunos do 6º B:

Cláudio Gutierres, Diogo Vieira, José Luís, Miguel Salgueiro e Rafaela Mendes.


Na próxima semana um trabalho sobre António José de Almeida realizado por Ana Coelho e Íris Ventura

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 1

Como é sabido, comemora-se este ano o centenário da implantação da República em Portugal.

Para assinalar esta data, vamos publicar pequenas biografias de personalidades importantes da I República, recolhidas por alunos do 6º ano, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.

Começamos por aquele que foi o primeiro Presidente da República eleito no nosso país.



Manuel de Arriaga

Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue foi o primeiro presidente da República Portuguesa, tendo sido sucedido por Teófilo Braga.
Foi também escritor, poeta e um grande orador.
Estudou direito na Universidade de Coimbra.
Foi membro do Partido Republicano, foi eleito quatro vezes, deputado pelo círculo da Madeira. De cujo directório fazia parte, juntamente com Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro, Teófilo Braga e Francisco Homem Cristo. Considerado um orador notável, muitos dos seus discursos deram um impulso não negligenciável à causa republicana. Não partilhava, porém, o anti-clericalismo próprio dos primeiros republicanos portugueses.
A 17 de Outubro de 1905, era nomeado reitor da Universidade de Coimbra. Em 1910 mantém o mesmo cargo conjuntamente com o vice-reitor Sidónio Pais.
Foi deputado constituinte em 1911 e eleito Presidente da República - o primeiro chefe do Estado do novo regime. Tentou reunificar o partido que, entretanto, se desmembrava em diferentes facções: esforço sem resultados. O seu mandato foi atribulado devido a incursões monárquicas movidas por Paiva Couceiro.
Após o "golpe das espadas", em 1915, Arriaga convidou o general Pimenta de Castro a formar governo, uma decisão que deu origem ao descontentamento e a uma revolta com centenas de mortos que consegue derrubar o general formando uma junta militar que repõe a ordem.
Arriaga é então substituído pelo professor Teófilo Braga. Morria em Lisboa, dois anos depois.
Foi sepultado em jazigo de família no cemitério dos Prazeres e transladado para o Panteão Nacional de Santa Engrácia, cumprindo decisão votada por unanimidade pela Assembleia da República, em 16 de Setembro de 2004.

Biografia organizada por:
Lúcia Gavião
Inês Pereira
Diana Coelho
Débora Moita
Maria Coelho
Turma – 6º B

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Visita de estudo dos alunos do 6º ano





No passado dia 19 de Janeiro de 2010, as turmas do 6º ano ( turmas A e B ) foram a uma visita de estudo a Lisboa. Os alunos visitaram o Pavilhão do Conhecimento e assistiram ao teatro “Ulisses” no Colégio S. João de Brito.

Os alunos partiram de Mora pelas 8 horas e 30 minutos e chegaram ao Colégio S. João de Brito pelas 10 horas e 15 minutos, onde assistiram ao espectáculo «Ulisses», que foi muito longo, mas também muito criativo.

Terminado o espectáculo, foram almoçar ao Parque das Nações e , alguns alunos, aproveitaram também para alimentar as gaivotas.


Na parte da tarde, pelas 14 horas, os alunos entraram no Pavilhão do Conhecimento, onde visitaram várias salas e participaram em diversas experiências.
Terminada esta visita, os alunos regressaram a Mora, tendo chegado por voltas das 17 horas e trinta minutos.



Os alunos do 6º A:
João Canelas e Miguel Salgueiro