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domingo, 6 de março de 2011

Trabalhos 12.ºB na disciplina de História

Na disciplina de História os alunos do 12ºB realizaram os seguintes trabalhos:

A Baía dos Porcos – Irene Lagartixa

Bomba Atómica em Hiroshima - Fernanda Ferreira


Cruz Suástica- João Feitor

Fidel Castro – Patrícia Oliveira

GUERNICA

Jesse Owens


Marilyn Monroe- Sara Garcia

Maternidade – Sara Garcia


Movimento das Forças Armadas - Rute Balicha

Prisão de Caxias - Patrícia Oliveira

Salvador Dalí – Irene Lagartixa

Valentina Tereshkova - Rute Balicha

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Alguns trabalhos de História 2009/10

Já a iniciar um novo ano lectivo apresentamos alguns trabalhos realizados na disciplina de História durante o ano passado

Nota: ao serem carregados para o blogue alguns trabalhos perderam a formatação original, tal não é da responsabilidade dos seus autores   :-)

Inês Vidigal

Álvaro Teles

Anthony Ferreira 

João Feitor

Pedro Branco

Verónica Marques

Álvaro Teles

Sara Garcia

Rute Balicha

Irene Lagartixa

Daiana Alves

João Nova

Joaquim Caeiro

Humberto Delgado

Fernanda Ferreira

Patrícia Oliveira

Inês Carvalho

Patrícia Oliveira

Marisa Silva

sexta-feira, 5 de março de 2010

Trabalho realizado Historia 9ºA


Mikhail_Gorbachev_1987.jpg


Trabalho realizado por: Álvaro Teles nº2 9ºA
Mikhail Serguéievich Gorbachev ou Gorbatchev, nasceu em Stavropol a 2 de Março de 1931. Foi o último Secretário-Geral do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética de 1985 a 1991. As suas tentativas de reforma conduziram ao final da Guerra Fria e, ainda que não tivesse esse objectivo, terminou com o poderio do Partido Comunista no país, levando, até mesmo à dissolução da União Soviética. Vou falar um pouco mais sobre a vida de Gorbachev. Espero que goste.Gorbachev estudou na Universidade de Moscovo, onde conheceu a sua futura esposa, Raíssa Gorbacheva. Casaram-se em Setembro de 1953 e fixaram-se na terra natal de Gorbachev, Stavropol no sul da Rússia, onde se licenciou em 1955.Mikhail Gorbachev inscreveu-se no Partido Comunista em 1952 com 21 anos de idade. Em 1966, com 35 anos, completou os estudos no Instituto Agrícola como economista-agrónomo. Começou, então, a progredir rapidamente na sua carreira política. Em 1970 foi nomeado Primeiro Secretário da Agricultura e, no ano seguinte, membro do Comité Central. Em 1972, dirigiu uma delegação soviética à Bélgica e, dois anos mais tarde, tornou-se representante do Soviete Supremo. Fez parte do Politburo em 1979. Aí, recebeu a protecção de Iuri Andropov, chefe do KGB, também natural de Stavropol, e foi promovido durante o breve período em que Andropov se tornara líder do partido, antes da sua morte em 1984.As posições que Gorbachev tomou no partido deram-lhe a oportunidade de realizar viagens a diversas partes do mundo, o que terá influenciado o seu ponto de vista político e social, como líder do seu país. Em 1975, dirige uma delegação à República Federal da Alemanha e em 1983 lidera outra ao Canadá, onde se encontra com o primeiro-ministro Pierre Trudeau, com os membros da Câmara dos Comuns e do Senado, sempre. Com a morte de Konstantin Chernenko, Gorbachev, com 54 anos de idade, é eleito secretário geral do Partido Comunista a 11 de Março de 1985. Sendo o verdadeiro líder da União Soviética. Em 1985, viaja até ao Reino Unido, onde se encontra com Margaret Thatcher. A partir do seu governo, Gorbatchev tenta reformar o partido, que dava então mostras de decadência, ao apresentar o seu projecto que se resumia nas expressões glasnost ("transparência") e perestroika ("reestruturação") e que é apresentado no 27.º Congresso do Partido Comunista Soviético em Fevereiro de 1986. Em 1986, Gorbachev também tem de lidar com a explosão do reactor da Usina Nuclear de Chernobyl, localizada na Ucrânia, que provocou uma onda de radiação por toda a Europa. A desorganização e as informações escassas na época contribuíram para que o regime comunista já estivesse chegando ao fim. Em 1988, Gorbatchev anuncia que a União Soviética abandonava oficialmente a Doutrina Brejnev, ao admitir que a Europa de Leste adoptasse regimes democráticos, se desejassem. Seu porta-voz, Gennady Guerasimov, em jeito de graça, auto-denominou esta disposição como Doutrina Sinatra. Isto levou à corrente de revoluções de 1989, nos países de leste, através das quais o comunismo colapsou. Revoluções essas que se realizaram de forma pacífic. Terminava assim a Guerra fria, o que justificou a atribuição do Nobel da paz a Gorbachev em 15 de Outubro de 1990. Nesse mesmo ano, as duas Alemanhas, capitalista e comunista, reunificariam-se. Contudo, a democratização da URSS e dos países de Leste, ao levar à perda de poder do Partido Comunista, conduziu à situação que culminou com o Golpe de Agosto de 1991, como objectivo de o retirar do poder. Durante este tempo foi forçado a passar três dias numa dacha[1] na Crimeia, antes de ser libertado e reaver o poder. Nessa altura, Boris Iéltsin começava a receber mais apoios em detrimento de Gorbatchev.

Gorbachev foi eleito como primeiro presidente executivo da União Soviética em 15 de Março de 1990 mas resignou a 25 de Dezembro de 1991. Nessa mesma noite a bandeira soviética foi recolhida do Kremlin.
Em termos gerais, Gorbachev é bem visto no mundo ocidental graças à sua contribuição para o fim da Guerra Fria. Contudo, na Rússia, a sua reputação não é tão favorável devido à crise económica e social que se instalou logo após a queda da URSS. Criou a Fundação Gorbachev em 1992. Em 1993, fundou também a Cruz Verde Internacional. Foi um dos principais promotores da Carta da Terra, em 1994. Tornou-se, igualmente, membro do Clube de Roma. Obteve menos de um por cento dos votos na eleição presidencial de 1996. Em 1997, Gorbachev entrou num anúncio da Pizza Hut, que passou na televisão norte-americana, com o fim de obter fundos para os Arquivos Perestroika. A 26 de Novembro de 2001, Gorbachev fundou, igualmente, o Partido Social Democrata Russo, como resultado da união de vários partidos que partilhavam esta ideologia. Demitiu-se como líder partidário em Maio de 2004 em consequência de desacordos com o presidente do partido em relação às opções tomadas durante as eleições de Dezembro de 2003. No início de 2004, Gorbachev registrou a sua marca de nascença, na testa, devido à sua utilização por uma marca de vodka que lhe fazia referência. O caso é tanto mais curioso quanto Gorbachev implementou algumas leis de combate ao alcoolismo enquanto líder da União Soviética. A referida marca de vodka mudou, entretanto, de rótulo. Gostei de fazer este trabalho, confesso que foi feito um pouco em cima da hora. A informação é um pouco básica, mas bem organizada. Tentei arranjar o número máximo de imagens. Espero que tenha gostado. As informações foram retiradas do site www.wikipedia.org. [1] Datcha, ou ainda Dacha, é o nome russo para fazenda, casa de campo ou mansão.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Algo curioso e macabro da História de Portugal



A história que se apresenta a seguir fala-nos de um monumento importante da cidade de Lisboa e de alguns acontecimentos curiosos que com eles estão relacionados, esta história deu origem a um livro bastante conhecido de que já certamente ouviste falar:
Podes requisitar este livro na biblioteca!!

Diogo Alves – O Assassino do Aqueduto das Águas Livres
Diogo Alves, espanhol nascido em Santa Gertrudes, bispado de Lugo. Veio viver para Lisboa ainda novo, tendo ficado conhecido como o assassino do Aqueduto das Aguas Livres já que de 1836 a 1839 perpetrou nesse local vários crimes hediondos, muitos deles (pensa-se) instigado pela sua companheira Gertrudes Maria, de alcunha "a Parreirinha". Foi por fim apanhado pelas autoridades em 1840, na sequência do assassinato da família de um médico cuja casa assaltara e, por isso, sentenciado à forca.

A história de Diogo Alves, cuja sentença de morte foi aplicada a 19 de Fevereiro em 1841, intrigou os cientistas da então Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Estes, após o enforcamento do homicida, na tentativa de compreender a origem da sua perfídia, deceparam e estudaram a cabeça de Diogo Alves. Esta encontra-se, ainda hoje, conservada num recipiente de vidro, onde uma solução de formol lhe tem perpetuado a imagem de homem com ar tranquilo - bem contrária ao que realmente foi. Os cientistas nunca terão conseguido explicar o que o levou a adquirir uma chave falsa do Aqueduto das Aguas Livres, onde se escondia, para assaltar as pessoas que passavam, atirando-as de seguida do aqueduto, com 65m de altura. Na altura, chegou a pensar-se numa onda de suicídios inexplicáveis, e foram precisas muitas mortes - só numa família registaram-se quatro vítimas - para que se descobrisse que era tudo obra de um criminoso: Diogo Alves.

A cabeça decepada encontra-se actualmente no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na sequência da formação de um gabinete de frenologia por José Lourenço da Luz Gomes, que permitiu a conservação do crânio de Diogo Alves juntamente com o de Matos Lobo na antiga escola médico-cirúrgica. A cabeça de Diogo Alves constituiu um dos objectos mais significativos - e sem dúvida mais horríficos - da exposição Passagens. Cem Peças para o Museu de Medicina, que decorreu no Museu Nacional de Arte Antiga em 2005.

Ver aqui o Aqueduto das Águas Livres
A recolha deste texto foi feito pelas alunas Joana Fernandes, Lúcia Gavião, Beatriz Coelho e Sofia Mesquita da turma 6ºB para a disciplina de História e Geografia de Portugal.