Mostrar mensagens com a etiqueta Língua Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Língua Portuguesa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Feira do Livro na Escola





Desde ontem, dia 21de Novembro, até sexta-feira, dia 25 de Novembro, decorre a Feira do Livro na nossa escola. Dia 23 de Novembro, quarta-feira, ao longo do serão aguardamos a vossa presença e a partilha de um texto.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Escrita criativa com a escritora Margarida Fonseca Santos

Hoje esteve na nossa escola a escritora Margarida Fonseca Santos a convite das professoras de língua Portuguesa Maria Gabriela Henriques da Silva e Maria Luísa Alves Praxedes.
Desenvolveu com duas turmas, 8ºA e 8ºB, actividades de escrita criativa que motivaram os alunos e professores para a criação de alguns textos.
É de realçar o quanto nos desafia este tipo de trabalho. Os mais arrojados/criativos escreveram textos realmente surpreendentes.
A escritora autografou-nos os livros que tínhamos nas bibliotecas escolares do agrupamento e ofereceu quatro títulos:
"Ao encontro do Brasil";
"Um quadro falador";
"Mais poste, menos poste";
"O Nº 11".
Ofertas que muito agradecemos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Por trás do espelho

Logo de manhã, às 8 horas e 30 minutos, chegam os professores no autocarro. Quando toca para entrar, os alunos dirigem-se para as aulas e são eles que dão as aulas aos professores e aos funcionários. Quem vigia, dá aulas, faz almoços e atende no bar da escola, são os alunos. Há também alguns professores que se portam mal e vão ao Conselho Executivo e aí, quem lá está como director é um aluno.
Eu chego de carro à escola e dirijo-me à sala dos alunos. Acabam de chegar os professores e os funcionários no autocarro e dirigem-se à sala de convívio.
Toca para a entrada e eu encontro alguns professores que me cumprimentam. Chego à sala onde vou dar a aula, pouso o livro de ponto na mesa, faço a chamada e dou a aula. Neste caso, os bem comportados levam falta disciplinar e saem. Só ficam os barulhentos. Toca para a saída e eu dirijo-me para o bar e os alunos são os primeiros a ser atendidos pelos seus próprios colegas. Como já expliquei são os alunos que maior poder têm na escola, visto que são eles que dão as aulas e que apresentam todas as regras.
Falta ainda referir que o motorista do autocarro, que transporta os funcionários e os professores, é um aluno.
É assim esse mundo. E eu sou um sortudo por ter este espelho!

João Canelas, nº11, 7ºA

Diálogo com um objecto

Um dos objectos que utilizo diariamente ganhou vida e o dom da linguagem. Eis o diálogo que tive com ele.

Acordei às 7:30, (como todos os dias) e fui à casa-de-banho fazer algumas necessidades. Fiz as minhas necessidades, vesti-me, tomei o pequeno-almoço (uma fatia de bolo e uma caneca de leite com Nesquik). Depois do pequeno-almoço, fui à casa -de - banho e aí é que tudo aconteceu. Estava a lavar os dentes (a escova já estava dentro da minha boca), quando ouço um barulho estranho: “Tira-me daqui!”.
Eu tirei a escova e ela disse-me:
“-Estás maluco?!”
- Tu é que estás toda «abrasada».
- Olha que não estou. Mas também não interessa. Eu quero é comida!
- Comida?! Essa coisinha a comer?! Conta-me histórias que eu gosto.
- Txiiiii! Dá-me comida! Quero Cerelac!
- Não há! Pensas que é a casa da Joana, não?
- Se não há Cerelac, leva-me contigo para a escola!
- Mais uma vez, estás toda «abrasada»! Como é que te chamas?!
- Colgate Pro 3102.
- Eu chamo-me Miguel. Eu não te vou levar comigo para a escola!
- Ai levas, levas! Senão conto à tua mãe!
- Está bem, eu levo-te.
- Acho bem!
Bem cheguei à escola e disse aos meus amigos:
- Tenho uma escova falante! Chama-se Colgate Pro 3102!
Eles não acreditaram. Até fizeram troça de mim!
Cheguei à hora do almoço e ela saiu-me da mala a dizer:
- Dá-me comida!
- Não dou!
- OK! És assim, não é? Nunca mais te lavo os dentes!
- Mas o que é que tu comes afinal?
- Cerelac!
- Não há!!!!!
Ela calou-se e não disse mais nada até chegarmos a casa. Quando chegámos, ela disse-me:
- Nunca mais te lavo os dentes.
- Eu dou-te Cerelac, vá anda!
Eu dei-lhe Cerelac e ela:
- Muito obrigado Miguel!
- De nada
- Queres conhecer os meus amigos?
- Quem são?
- O pente, o garfo, a colher…
- Eles querem ir contigo para a escola…
- Ó Meu Deus!!!!!

Miguel Salgueiro, 7ºA

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Poesia... 7ºB




Ser poeta é…

…ser sentimental, é, por vezes, chorar enquanto escreve…Ser poeta é uma coisa “paranormal”… os seus sentimentos são como se fossem mais pesados e por isso um poeta é uma palavra cheia de alegria e tristeza.

Ana Monteiro

…exprimir os sentimentos da sua vida para a escrita da poesia.

Bruno Barão

…ser romântico e sonhador, dar asas à imaginação e à criatividade naquilo em que pensamos.

Carlos Lopes

…dar às pessoas o prazer de ler…poesia.

Cláudio Guitierres

…descrever e sentir através de palavras e frases escritas.

Débora Moita

… escrever o que nos vai na alma, explicar coisas inexplicáveis, rimar com as palavras, ter muita imaginação e dizer palavras estranhas, mas com muito significado.

Débora Faria

…ser uma alma cheia de imaginação e cheia de emoção.

Diana Coelho

…ser criativo e livre e dar asas à imaginação.

Diogo Cardoso

…ser sentimental, inteligente, alegre e amoroso… é ser um grande sonhador.

Diogo Vieira

…como o vento que anda à deriva na alma… é passar os sentimentos para o papel.

Inês Pereira

… pintar os sentimentos numa lágrima perdida no vento… é acreditar nas palavras sentidas bem no fundo… ser poeta é saber sonhar!

Joana Fernandes

…é sentir através das longas frases e intensas palavras que fazem pensar, agir e imaginar, é proporcionar uma explosão de bons sentimentos e sensações ao leitor.

João Moita

…dar asas à imaginação e ter imaginação para correr mundo.

Lúcia Gavião

…ser romântico, ser criativo, saber o que escreve, ser alegre, sensível, viver na imaginação e noutro mundo distinto do nosso.

Luís Soeiro

…ter olhos que reflectem as cores do arco-íris e descrevê-las com coração.

Maria Beatriz Coelho

…viver em fantasias, ser amoroso, ser dramático, viver em sonhos, ser poeta é ser sonhador.

Miguel Calhau

…ser sonhador, dramático, escrever tudo que vem na alma e dar asas à imaginação.

Miguel Salgueiro

…saber escrever e escrever até cansar… é ser alegre, feliz e contente…amar as palavras.

Pedro Pinto

…ter muitos desejos e ter alegria de si próprio, é ser belo.

Ricardo Ribeiro

… pegar num lápis e senti-lo a deslizar pelo papel, inspirar e expirar o ar poético e… escrever!

Sofia Mesquita


Trabalho elaborado pela Turma B do 7º ano

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Uma visita de estudo ao Palácio de Mafra




Relatório da visita de estudo ao Palácio de Mafra

No passado dia 17 de Março de 2011, as turmas A e B do 12º ano deslocaram-se a Mafra, no âmbito da disciplina de Português. A visita de estudo tinha como principal propósito facilitar a compreensão e interpretação da obra de leitura obrigatória do programa de 12º ano. A acrescentar a este existem outros objectivos, igualmente, importantes a referir, tais como: motivar os alunos para o estudo da obra; promover momentos de partilha de experiências de leitura; desenvolver hábitos de “consumo cultural”; apreender criticamente o significado e a intencionalidade das mensagens veiculadas e melhorar os resultados escolares. Desta forma, na visita, os alunos tiveram a oportunidade de ficar a conhecer o Palácio de Mafra e de assistir à representação dramática da peça – Memorial do Convento – adaptada da obra literária de José Saramago.Esta visita foi útil, na medida em que, nos motivou para a aprendizagem da obra; tanto para quem já a tinha lido, como para quem teve o primeiro contacto com a mesma. De forma geral, apreciámos bastante o global da visita. É de salientar a boa organização da mesma. Para além disso, a guia era óptima e colocou-nos à vontade e bem-dispostos; o que facilitou a integração no novo ambiente e a assimilação de conceitos indispensáveis para a aprendizagem da obra.

Daniela Vinagre nº5

Hélio Vaz nº 8

João Galvão nº 10

Lúcia Santos nº 11

12º A


Um conselho da professora Ana A.

“Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.
O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem. Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.
O Sorriso (este, com maiúscula) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso. Mas eu falava de gente, de nós, que fazemos a aprendizagem do sorriso e dos sorrisos ao longo da vida própria e das alheias. A tudo isto é que eu chamo sabedoria.

Dir-me-ão que não cabe tanto no sorriso. Eu digo que cabe. Sorrir assim, mesmo sem olhos que nos recebam, é o verbo mais transitivo de todas as gramáticas. Pessoal e rigorosamente transmissível. O ponto está em haver quem o conjugue.”

José Saramago

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Uma Visita Única

A famosa turma do 7ºB da escola E.B. 2,3/S de Mora foi vista em Lisboa, para uma visita de estudo. A visita começou na R.T.P. e terminou com uma visita guiada ao Castelo de S. Jorge. Realizou-se no passado dia 22 de Outubro.

Pouco passava das 8 horas da manhã quando o autocarro que levaria os alunos e professoras na visita de estudo arrancou. Neste autocarro também seguiam os alunos de uma das turmas do 12º ano da mesma escola. À saída da R.T.P. encontrámos os alunos: “Foi espectacular”, testemunha Pedro, com uma grande euforia. “Foi mágico”, disse Inês, com a lágrima no canto do olho depois de ter visto Márcia Rodrigues. “Adorei”, afirmou “Calhau” ainda com a boca cheia do hambúrguer que almoçava. A visita ao castelo também foi vivida com grande alegria. Na viagem de volta para Mora, os alunos só telefonavam aos pais porque, para além de muito cansados, também tinham histórias para contar da viagem de estudo deste ano lectivo.

Joana Fernandes, 7º B

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

1º DIA DE AULAS




Os alunos do 5ºano visitaram a Biblioteca Escolar.
Escreveram sobre o primeiro dia de aulas.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia - 2

Um livro

Um livro é um espelho que me leva a viajar,
Que me dá asas para voar.

É uma porta aberta para a aventura
É a magia contada em páginas de fantasia
Uma aventura misteriosa,
Um mundo de fantasia cheio de alegria.

Um livro é a explicação do mundo,
É um museu de conhecimento,
Conhecimento para partilhar
Páginas e páginas para explorar.

Um livro é um amigo que me leva ao fim do mundo
É um irmão, alguém para confiar
É uma pomba a voar
É uma flor com pétalas para mudar.

Num livro eu respiro
Onde há livros, há amor
Livro que é livro, é sempre um livro!

Dia mundial da poesia – 19 de Março 2010

Poema colectivo realizado pelo 6ºB para a disciplinas de Língua Portuguesa

Dia Mundial da Poesia

No âmbito do Dia Mundial da Poesia, que se comemora a 21 de Março, vamos dar dar a conhecer pequenos poetas da nossa escola:

ESTAÇÕES DO ANO
Chegou a Primavera
Tocou às campainhas
Começa a estar calor
E chegam as andorinhas.

Chegou o Verão
Tocou às campainhas
Eu não sou vilão
E embora foram as andorinhas.

Chegou o Outono
Tocou às campainhas
Chegou a chuva e o frio
E às gargalhadas eu rio.

Chegou o Inverno
Tocou às campainhas
Será que vai nevar
Já acabei de rimar.

António Oliveira, nº4
Miguel Salgueiro, nº18
6ºA

As Quatro Estações do Ano
Primavera
O sol brilha na minha janela
Os pássaros cantam com alegria
Finalmente chegou a Primavera
E com ela o melhor dia
Verão
O verão é uma brasa
Na praia arrasa
De frente para o mar
Ficamos a cantarolar

Outono
O tempo vai passando
O Inverno vai chegando
As folhas vão caindo
E as estrelas brilhando

Inverno
Dias pequenos e cinzentos
Demoram uma eternidade a passar
Eu anseio pelo sol
Que demora a chegar

Cristiana,nº 8
José Miguel,nº 13
Miguel Moita, nº 17
6º A


As Estações do Ano

Primavera
Na primavera gosto de ver os pássaros a cantar
Gosto do perfume do ar
Vamos acampar para Sentir
Cheirar e ver florir.

Verão
Eu gosto do verão
Para ir à praia
e andar de calção e
mini-saia

Inverno
No inverno só há frio
Não se ouve nem um pio
Dos pássaros a cantar
Mas temos a neve para nos alegrar

Outono
É quase Outono
Tempo da tristeza ser mais triste
Mas não é o Outono que me entristece
Quando partires,
É a tua partida que faz do tempo
Tempo de Outono.

Íris Ventura, nº11
Mélanie Caeiro, nº16
6ºA

A Páscoa

A Páscoa é uma maravilha
E sentimo-nos bem
Pois estamos com os nossos amigos
E com a nossa família também

Nesta quadra festiva
Amêndoas vamos comprar
Juntamos a família e os amigos
Para as podermos partilhar;

No Domingo de Páscoa
Um piquenique vamos fazer
Com os amigos e família
E vai ser giro a valer;

No Domingo de Páscoa
o borrego vamos comer
para sermos valentes
e podermos crescer.

Trabalho realizado por:
Ana Coelho; Duarte Pereira; Margarida Pinto;
Mariana Aniceto
6º A