sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia

No âmbito do Dia Mundial da Poesia, que se comemora a 21 de Março, vamos dar dar a conhecer pequenos poetas da nossa escola:

ESTAÇÕES DO ANO
Chegou a Primavera
Tocou às campainhas
Começa a estar calor
E chegam as andorinhas.

Chegou o Verão
Tocou às campainhas
Eu não sou vilão
E embora foram as andorinhas.

Chegou o Outono
Tocou às campainhas
Chegou a chuva e o frio
E às gargalhadas eu rio.

Chegou o Inverno
Tocou às campainhas
Será que vai nevar
Já acabei de rimar.

António Oliveira, nº4
Miguel Salgueiro, nº18
6ºA

As Quatro Estações do Ano
Primavera
O sol brilha na minha janela
Os pássaros cantam com alegria
Finalmente chegou a Primavera
E com ela o melhor dia
Verão
O verão é uma brasa
Na praia arrasa
De frente para o mar
Ficamos a cantarolar

Outono
O tempo vai passando
O Inverno vai chegando
As folhas vão caindo
E as estrelas brilhando

Inverno
Dias pequenos e cinzentos
Demoram uma eternidade a passar
Eu anseio pelo sol
Que demora a chegar

Cristiana,nº 8
José Miguel,nº 13
Miguel Moita, nº 17
6º A


As Estações do Ano

Primavera
Na primavera gosto de ver os pássaros a cantar
Gosto do perfume do ar
Vamos acampar para Sentir
Cheirar e ver florir.

Verão
Eu gosto do verão
Para ir à praia
e andar de calção e
mini-saia

Inverno
No inverno só há frio
Não se ouve nem um pio
Dos pássaros a cantar
Mas temos a neve para nos alegrar

Outono
É quase Outono
Tempo da tristeza ser mais triste
Mas não é o Outono que me entristece
Quando partires,
É a tua partida que faz do tempo
Tempo de Outono.

Íris Ventura, nº11
Mélanie Caeiro, nº16
6ºA

A Páscoa

A Páscoa é uma maravilha
E sentimo-nos bem
Pois estamos com os nossos amigos
E com a nossa família também

Nesta quadra festiva
Amêndoas vamos comprar
Juntamos a família e os amigos
Para as podermos partilhar;

No Domingo de Páscoa
Um piquenique vamos fazer
Com os amigos e família
E vai ser giro a valer;

No Domingo de Páscoa
o borrego vamos comer
para sermos valentes
e podermos crescer.

Trabalho realizado por:
Ana Coelho; Duarte Pereira; Margarida Pinto;
Mariana Aniceto
6º A

quinta-feira, 18 de março de 2010

Vamos dar notícias do que vamos fazendo na nossa sala.

Olá, somos 18 meninos alegres e endiabrados temos entre 4 e os 6 anos, frequentamos a sala da Educadora Manuela no Jardim de Infância de Mora.
No dia 15 de Março fomos visitar o quartel dos bombeiros de Mora, vimos vários carros dos bombeiros e ambulâncias.

Com esta visita de estudo concluímos o projecto do “ Corpo Humano”.
Foi um projecto rico e promotor de tantas aprendizagens, que nos fez pensar que somos gente crescida.
De simples conversas partimos para centros de interesse, colocamos questões, vivenciamos situações, pesquisamos e adquirimos conhecimentos através de aprendizagens diárias.
Fomos ao laboratório ver o esqueleto


Pesquisamos na internet, em livros e enciclopédias

Ouvimos o coração e os pulmões com o estetoscópio.

fizemos um esqueleto com cotonetes.

terça-feira, 16 de março de 2010

Centenário da implantação da República em Portugal - 3

A figura republicana desta semana é António José de Almeida, um dos republicanos que mais se destacou, quer no período anterior à revolução do 5 de Outubro, quer nas incidências e peripécias políticas do período republicano.



António José de Almeida

Nasceu em Vale da Vinha, concelho de Penacova, Coimbra, a 18 de Julho de 1866 e faleceu a 31 de Outubro de 1929. Casou com D. Maria Joana Queiroga de Almeida, de quem teve uma filha (Maria Teresa).

António José de Almeida foi o sexto presidente da República e um dos mais populares dirigentes do Partido Republicano, desde muito novo manifestou ideias republicanas.
Era ainda aluno de Medicina, em Coimbra quando publicou no Jornal Académico O Ultimatum, um artigo que ficou famoso: «Bragança», o último que foi considerado insultuoso para o rei D. Carlos, mas defendido por Manuel de Arriaga, que acabou por ser condenado a três meses de prisão.

Depois de terminar o curso foi para Angola e depois foi para São Tomé e Príncipe, onde se dedicou a medicina até 1903. Nesse ano foi para França onde estagiou em várias clínicas. De regresso a Lisboa no ano seguinte montou dois consultórios, o primeiro na Rua do Ouro e o segundo no Largo de Camões, entrando então na política activa.

Foi candidato do Partido Republicano em 1905 e 1906, foi eleito nas segundas eleições realizadas neste ano, em Agosto. Em 1906 na Câmara dos Deputados, pede aos soldados, chamados a expulsar os deputados republicanos do Parlamento, a proclamação da república. No ano seguinte adere à Maçonaria, isto é, uma sociedade secreta de arquitectos e pedreiros livres.

Os seus discursos inflamados fizeram dele um orador muito popular nos comícios republicanos. Foi preso por ter tentado provocar uma revolução, em Janeiro de 1908. Posto em liberdade continou a sua acção demolidora pela palavra e pela pena, sobretudo enquanto director do jornal “Alma Nacional”.

Foi Ministro do Interior do Governo Provisório, depois de ser várias vezes ministro e deputado, fundou em Fevereiro de 1912, o Partido Evolucionista, que dirigiu. Em Janeiro de 1911 criou o Partido Republicano moderado organizado em torno do diário da República, e que também dirigia, opondo-se ao Partido Democrático de Afonso Costa, com o qual se aliou no governo da União Sagrada, em Março de 1916, ministério de que foi Presidente.

A 6 de Agosto de 1919 foi eleito Presidente da República e permaneceu no cargo até 5 de Outubro de 1923, sendo único presidente até 1926 a ocupar o cargo até ao fim do mandato. Nestas funções foi ao Brasil em visita oficial, para participar no centenário da independência da antiga colónia portuguesa.
Durante o seu mandato deu-se o levantamento radical que desembocou na Noite Sangrenta de 19 de Outubro de 1921, em que foram assassinados, por opositores republicanos, o chefe do governo da altura, António Granjo, assim como Machado Santos e Carlos Maia. Nomeou 16 governos durante o seu mandato.

Os seus amigos e admiradores levantaram-lhe uma estátua em Lisboa , de autoria do escultor Leopoldo de Almeida e do arquitecto Pardal Monteiro, e coligiram os seus principais artigos e discursos em três volumes, intitulados: «Quarenta anos de vida literária e política», obra publicada em 1934.


Pesquisa realizada para a disciplina de História e Geografia de Portugal, pelas alunos do 6º A:
Ana Coelho e Íris Ventura